Quando optar por um residencial geriátrico?

Com o aumento da expectativa de vida da população, atrelado a uma rotina cada vez mais intensa das famílias, é comum se deparar, em algum momento, com o questionamento sobre a possibilidade de institucionalização do idoso.

No Brasil, essa institucionalização ainda não é vista como algo habitual e algumas famílias consideram que esta atitude caracteriza o abandono ou descumprir uma obrigação moral de cuidar do seu parente idoso. Porém, é preciso considerar que em um instituição focada no atendimento ao idoso ele estará melhor acomodado e em uma estrutura preparada para as suas novas necessidades, além de ser cuidado integralmente por uma equipe especializada.

Quando o idoso começa a mostrar sinais de que não consegue desenvolver as atividades diárias com facilidade, aumentam as “urgências” médicas e os familiares notam que já não é possível mantê-lo sem assistência de terceiros. É hora de refletir sobre a possibilidade de institucionalização.

Algumas atitudes podem facilitar a rotina em casa, até que os familiares optem por um residencial para idosos, são elas:

  • Melhorar a iluminação da residência;
  • Instalar barras de apoio nos banheiros e corrimãos em corredores e escadas;
  • Abrir mão de tapetes;
  • Optar por pisos antiderrapantes ou instalar faixas de aderência.

O que levar em conta na hora de escolher a melhor opção?

• Documentação adequada

O residencial geriátrico deve ter alvará de funcionamento emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

• Estrutura física

Verifique as instalações físicas, se estão adequadas para o deslocamento do idoso, com rampas, elevadores e corrimãos. Se tem uma boa ventilação e se possuem área externa para que ele tenha opções de locais para ficar.

• Higiene do ambiente

Peça para visitar os quartos, banheiros, cozinhas e refeitórios e verifique se a higiene está satisfatória.

• Quais especialistas estão à disposição?

Uma das vantagens de optar por um residencial especializado é dispor de equipe interdisciplinar capacitada para proporcionar a reabilitação (se for o caso) e melhorar a sua qualidade de vida. Veja quais são os profissionais que fazem parte da equipe, como médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais, entre outros.

• Qual a frequência de médicos e enfermeiros no local?

É preciso avaliar o quadro de saúde do idoso e quais as suas necessidades. Ter equipes médica e de Enfermagem disponíveis durante 24 horas é um diferencial a ser levado em conta, já que a terceira idade demanda mais cuidado e atenção e apresenta chances reais de intercorrências.

• Quais atividades de lazer são oferecidas?

Outro ponto a ser observado é com relação às atividades oferecidas para que o idoso continue com a vida ativa e interaja socialmente. Também é importante verificar qual a frequência dessas atividades e se os profissionais estão qualificados para dar a atenção adequada aos residentes.

• Qual é a rotina?

Pergunte sobre a rotina diária de cuidados e atividades do local. É preciso avaliar se ela proporciona qualidade de vida ao idoso e se pode ser adaptada de acordo com a necessidade individual do residente.

• O local oferece estrutura em caso de emergência?

Pergunte sobre como o local age em caso de emergência e se tem estrutura para este atendimento.

Goto Top